Eis o jornalista que fascistoides, covardes e ressentidos querem manter bem longe do debate

Mais de 40 anos de trabalho sério e dedicado e os muitos que virão testemunham os valores, as convicções e os pressupostos teóricos e morais de William Waack. Sorte daqueles que puderam, podem e poderão participar dessa trajetória.

Publicada: 14/11/2017 - 2:46


Está no Youtube um vídeo de pouco menos de 10 minutos. Trata-se de um pequeno trecho de uma intervenção de William Waack numa audiência pública sobre a política externa brasileira, promovida pela Comissão do Senado que trata da área. O evento aconteceu no dia 9 de junho de 2015.

Poucos especialistas têm a sua formação, a sua complexidade de pensamento e a sua clareza.

“E, por isso, ele pode ser racista?”

A simples ilação de que isso seja verdade é uma indignidade.

Vamos ser claros? Querem calar aquele que incomoda, o que desafina o coro dos contentes, o que não se subordina a doxas forjadas no ambiente cálido da covardia.

O que se tem não é consequência do texto de um gracejo que, por infeliz, tem de ser submetido às circunstâncias; o que se tem é pretexto puro, simples e escancarado.

Mais de 40 anos de trabalho sério e dedicado e os muitos que virão testemunham seus valores, suas convicções, seus pressupostos teóricos e morais. Sorte daqueles que puderam, podem e poderão participar dessa trajetória.

Por que tanto empenho em defender William Waack?

Bem, considero um imperativo ético a defesa de um inocente. Estou certo sobre isso como respirar. O contrário é morrer. E a pior morte é a dos que seguem vivos, não?, arrastando sua indigência.

Mas há um pouco mais do que isso.  Nenhuma moral é tão pervertida e rebaixada como a do linchador. Ele quer matar, esfolar, degolar por prazer mesmo, porque isso atende a seus impulsos mais primitivos. Mas se esconde — e não se é um linchador sem que se seja também um covarde — atrás de valores supostamente superiores como justiça, igualdade e reparação.

Existe um modelo que consagra esse conjunto de coisas como norma e norte ético de uma coletividade: chama-se fascismo.

Segue o vídeo:

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